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Transgêneros e sua fé não-bíblica no ‘evangelho inclusivo’

Na última quinta-feira, dia 4 de janeiro, o G1 trouxe a história de três pessoas que cresceram na igreja, mudaram de sexo e migraram para novas “igrejas” à fim de conciliar seu estilo de vida e a religião.

O site afirmou que associar universo trans e cristianismo é a receita de uma bomba prestes a detonar, e em nome disto, citou os exemplos do trans ‘Viviany Beleboni’ que se vestiu de Jesus na cruz durante a Parada Gay de 2015, e a peça teatral que retrata Jesus voltando à Terra como uma travesti, que gerou protestos por onde passou em 2017.

Apesar da proposta ter cheiro de gasolina, os transgeneros parecem não estar preocupados. Segundo eles, as ‘novas igrejas’ (leia-se: igrejas gays) são lugares de aceitação e recomeço. Nas igrejas inclusivas, eles não precisam lidar com a ideia de que “algo está errado neles”.

Mas acontece que as coisas não são tão simples, nem mesmo para quem decidiu viver um cristianismo à margem da ortodoxia e da própria bíblia, pois mesmo entre igrejas que se identificam como inclusivas, não existe consenso quanto à aceitação dos transgêneros, isso segundo o próprio G1.

“Eu sei de igrejas que excluem, realmente. Tipo assim, eles aceitam os gays e as lésbicas, mas não aceitam as travestis e nem as transexuais. Há uma incoerência, uma divisão interna. Esse evangelho que as pessoas tentam vender, ele não é real, porque ele não inclui todas as pessoas”, afirma Jacqueline Chanel.

Já Alexya Salvador diz ter sofrido duras críticas de ‘cristãos LGBT’ após dar uma entrevista dizendo que “Jesus foi o primeiro transgênero”. Ela justifica a afirmação sugerindo que Cristo transicionou do gênero divino ao gênero humano ao surgir como o Messias.

Diferente do que gays, lésbicas, travestis, transsexuais, panssexuais e toda sorte de ideologista sexual com inclinações religiosas tem pregado, o fato é que a bíblia deixa claras as questões de gênero na ordem da criação. No Edem, Deus criou homem e mulher, macho e fêmea, e os juntou em uma união heterossexual, monogâmica e indissolúvel, que se perpetuou como padrão até os dias de Jesus, quem a despeito da homossexualidade de sua época, ratificou o casamento entre homem e mulher, e ainda declarou: “O que Deus uniu, o homem não separe”.

Com informações G1
Imagem: Fábio Tito/G1

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